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registro de autoridade
Sebastien Auguste Sisson
Pessoa · 1824-1874

Sebastien Auguste Sisson (Issenheim, Alsácia, 1824 – Rio de Janeiro, RJ, 24 /07/ 1874) foi litógrafo, desenhista e caricaturista. Durante sua formação, foi também discípulo de Joseph-Rose Lemercier (1803-1887), considerado um dos mais célebres impressores-litógrafos. Sisson iniciou seus trabalhos na França e radicou-se no Brasil no ano de 1852. Neste país, abriu um ateliê no centro da cidade do Rio de Janeiro, dedicando-se, sobretudo, a desenhar e a litografar retratos. Exerceu suas atividades em importantes revistas da época e publicou trabalhos que alcançaram considerável repercussão, dentre os quais pode-se citar o “Álbum do Rio de Janeiro Moderno”, com cromolitografias, e a “Galeria dos brasileiros ilustres”, redigida em fascículos a partir de 1857. Esta última obra reunia retratos dos homens considerados mais proeminentes do Brasil - na Política, nas Ciências e nas Letras -, acompanhados de autógrafos e notas biográficas de cada personalidade.

Silvestre da Silva Araújo
Pessoa · ? - 1824?

Silvestre da Silva Araújo tornou-se Capitão de Ordenanças da Freguesia do Ouro Branco em 1749 e casou-se com Ana Pedrosa da Silva, com quem teve uma filha, Silvéria Maria de Jesus. Provavelmente faleceu antes de 1824, ano em que sua filha escreveu um testamento.

Sofia Jobim Magno de Carvalho
Pessoa · 1904-1968

Sofia Jobim Magno de Carvalho, nasceu em Avaré – SP em 19/09/1904, filha do ilustre magistrado Dr. Francisco Antenor Jobim e de sua esposa Quita Pinheiro Machado. Ali fez seus estudos primários no Colégio das Freiras Marcelinas, tirando a seguir um curso de professora secundária, na Escola Normal. Continuando os estudos de aperfeiçoamento pedagógico dedicou-se a Psicologia Experimental, com ênfase na Psicologia do Adolescente. Fundou o Liceu Império, escola de artes femininas, desenvolvendo na mulher a noção de sua capacidade realizadora, ministrando conhecimentos de artes comerciais. Foi professora de História na Escola Normal de Santos Dumont, Palmira, em Minas Gerais. Mais tarde, no Instituto Orsina da Fonseca no Rio de Janeiro e no Seminário de Arte Dramática do Teatro do Estudante. Exerceu, ainda, a função de professora do Conservatório Nacional de Teatro do Ministério da Educação, regendo ali a cadeira de Usos e Costumes. Durante 22 anos foi diretora do Liceu Império, a maior e mais conceituada Escola Profissional no Rio de Janeiro. A partir de 1949, passa a reger a disciplina de Indumentária Histórica na ENBA – Escola Nacional de Belas Artes, onde em 19/04/1956, segundo a Portaria 148 passou a exercer a função de Professora Regente, ref. 27, aprovado pelo Decreto nº 35.141 de 04/03/1954. Dotada de espírito associativo, quando se pensou fundar no Rio de Janeiro o Clube Soroptimista, por iniciativa de Berta Lutz, foi a casa de Sofia a escolhida para que ali se fundasse aquela instituição. Casou-se em 19/09/1927 com o engenheiro Waldemar Magno de Carvalho, com o qual não teve filhos. Morreu de embolia pulmonar no dia 02/07/1968. Chamava-se Maria Sofia Pinheiro Machado Jobim, nome de solteira. Assinava SOPHIA, com ph, nome artístico.

Teresa Cristina de Bourbon
Família · 1822-1889

Apelidada de "Mãe dos Brasileiros", foi a esposa do imperador D. Pedro II e imperatriz consorte do Império do Brasil de 1843 até a abolição da monarquia em 1889. Nascida como uma princesa do Reino das Duas Sicílias, era filha do rei Francisco I, pertencente ao ramo italiano da Casa de Bourbon, e sua esposa a infanta Maria Isabel da Espanha. Ela se casou por procuração com Pedro II em 1843. As expectativas de seu marido eram altas devido a um retrato que lhe havia sido presenteado em que Teresa Cristina era mostrada como uma beleza idealizada, porém ele ficou insatisfeito com aparência simples da noiva ao encontrá-la pela primeira vez. A relação do casal melhorou com os anos apesar do começo frio, principalmente por causa da paciência, bondade, generosidade e simplicidade de Teresa Cristina. Essas características também lhe ajudaram a ganhar os corações dos brasileiros, com sua distância de controvérsias políticas lhe protegendo de críticas. Ela também patrocinou estudos arqueológicos na Itália e ajudou na imigração italiana para o Brasil.

Theatro Municipal
Entidade coletiva · 1909

Em 1894, o autor teatral Arthur Azevedo lançou uma campanha para que um teatro fosse construído para ser sede de uma companhia municipal, a ser criada nos moldes da Comédie Française. Mas a campanha resultou apenas em uma Lei Municipal, que determinou a construção do Theatro Municipal. A lei, no entanto, não foi cumprida, apesar da existência de uma taxa para financiar a obra. A arrecadação desse novo imposto nunca foi utilizada para a construção do Theatro. Somente em 1903, o prefeito Pereira Passos, nomeado pelo presidente Rodrigues Alves, retomou a idéia e, a 15 de outubro de 1903, lançou um edital com um concurso para a apresentação de projetos para a construção do Theatro Municipal. Finalmente, quatro anos e meio mais tarde – um tempo recorde para a obra, que teve o revezamento de 280 operários em dois turnos de trabalho – no dia 14 de julho de 1909 foi inaugurado pelo presidente Nilo Peçanha o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que tinha capacidade para 1.739 espectadores.

Vera Lucia Lima
Pessoa · 1942-

Vera Lúcia Lima é brasileira, nascida em 10/10/1942 e casada com Eidir José Lima, com quem teve quatro filhos. Museóloga, pesquisadora, numismata e estilista, foi membro do Conselho Regional de Museologia, Vice-Presidente do COREM - entre 06/05/1993 e 18/04/1994 – e Presidente do COREM entre 18/04/1994 e 17/04/1995. Fez graduação em museologia na Universidade do Rio de Janeiro, em julho de 1985; e de estilismo na Universidade Cândido Mendes, em julho de 2001. Possui pós-graduação em “Ação educativa e cultural em Museus”, realizada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em 1986. Ocupou o cargo de museóloga e pesquisadora no Museu Histórico Nacional, de 04/03/1987 ao ano de 2012.

Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva
Pessoa · 1852-1924

Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva, militar e político brasileiro. Nasceu em Pernambuco em 1852 e morreu no Rio de Janeiro em 1924. Filho do Major Manoel Gonçalves de Albuquerque e Silva e Ana Belo Gonçalves de A. e Silva. Foi professor da Escola de Infantaria do Rio Grande do Sul e Comandante da Escola de Tiro de Rio Pardo. Em 1890 foi promovido ao posto de Tenente Coronel do Corpo de Estado Maior por merecimento. Elegeu-se deputado pelo Rio Grande do Sul nas eleições de 1891. Em 1911 era Comandante da 2ª Brigada Estratégia, quando requereu sua reforma. Foi Ministro da Guerra entre 30/03/1912 e 15/11/1914, durante o governo do Mal. Hermes da Fonseca.

Washington Luís Pereira de Sousa
Pessoa · 1870-1957

Washington Luís Pereira de Sousa, político e historiador brasileiro (Macaé, RJ 1870 – São Paulo 1957). Eleito presidente da República em 1926, enfrentou uma fase política conturbada, agravada ainda pela crise econômica de 1929. Vitoriosa a revolução de 1930, foi deposto por uma junta militar. Durante seu governo, tentou atender às exigências do país em matéria de comunicações, transportes e circulação de riquezas. Com vida política sempre voltada para São Paulo até atingir a presidência, foi autor de contribuições para a capitania de São Paulo, além de numerosos artigos sobre a história paulista.

Wenceslau Brás Pereira Gomes
Pessoa · 1868-1966

Wenceslau Brás Pereira Gomes nasceu em Brasópolis (na época conhecida por São Caetano da Vargem Grande) no dia 26 de fevereiro de 1868 e faleceu em Itajubá no dia 15 de maio de 1966. Era filho de Francisco Brás Pereira Gomes e de Isabel Pereira dos Santos. Foi um advogado e político brasileiro; presidente do Brasil entre 1914 e 1918, com um pequeno afastamento de um mês em 1917 por motivo de doença. Wenceslau Brás obteve o diploma de bacharel em direito pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1890. De volta a Minas Gerais, foi advogado e promotor público em Monte Santo, presidiu a Câmara Municipal de Jacuí, e a seguir foi deputado estadual. Promulgou o primeiro Código Civil brasileiro, que entrou em vigor em 1 de janeiro de 1916 e que foi a primeira lei a grafar o nome Brasil com a letra S.