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      <unittitle encodinganalog="3.1.2">Família Imperial</unittitle>
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      <unitdate normal="1816/1966" encodinganalog="3.1.3">1816 - 1966</unitdate>
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        Textual: metragem linear 0,06 (corresponde a 73 itens)<lb/>Iconografia: 590 fotografias, 44 gravuras, 04 desenhos, 05 diagramas (árvore genealógica), 01 cartão postal, 26 aquarelas.<lb/>05 Partitura<lb/>01 folheto<lb/>02 Recorte de Jornal<lb/>19 álbuns (01 é apenas capa sem foto e 522 fotografias do total relacionado fazem parte desses álbuns)    </physdesc>
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      <note type="generalNote">
        <p>Estado de Conservação: Regular</p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>O Livro de Ata da Inauguração da Biblioteca do Exército, assinada pelo Imperador D. Pedro II foi cedido por empréstimo à Biblioteca do Exército em 11/09/1996 – Processo 102/96. Ata transferida definitivamente à Biblioteca do Exército - processo nº 01438.000262-2023-00, em julho de 2023.         </p>
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        <famname id="atom_311529_actor">Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon</famname>
        <famname id="atom_311530_actor">Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga, da casa de Bragança</famname>
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      <note>
        <p>Primeiro Imperador do Brasil. Chegou ao Brasil em 1808. Foi nomeado príncipe Regente, após a volta de seu pai D. João IV a Portugal (1821). A pressão portuguesa sobre o seu governo e as lutas internas dos brasileiros por sua emancipação levaram D. Pedro a declarar a independência do Brasil, às margens do Ipiranga, em 7 de setembro de 1822. Foi aclamado Imperador e defensor perpétuo do Brasil (12 de outubro de 1822). Em 1823, demitiu o Ministério Andrada e dissolveu a Assembléia Constituinte e deportou para a Europa 6 deputados, inclusive o próprio José Bonifácio de Andrada e Silva. Em 1824 outorgou uma constituição para o Brasil e, em 1826, outra a Portugal. No mesmo ano, abdicou da Coroa Portuguesa em favor de sua filha Maria da Glória. Em 1830 sofreu oposição liberal e reação popular, no Brasil, o que levou a abdicar em favor de seu filho D. Pedro II, em 7 de abril de 1831. Voltou a Portugal para restaurar os direitos da filha, usurpados por D. Miguel, seu irmão. Morreu pouco depois da Convenção de Évora Monte, que selara a vitória da causa liberal, de que se fizera paladino. Casou pela primeira vez em 13/05/1817 com Maria Leopoldina (1797-1826), Arquiduquesa d’Áustria, filha de Francisco I, com quem deve 7 filhos: D. Maria da Glória (1819-1853); D. Miguel (1820, falecendo logo); D. João Carlos (1821-1822); D. Januária (1822-1901); D. Paula (1823-1833); D. Francisca (1824-1898) e D. Pedro II (1825-1891). Seu segundo casamento ocorreu em 02/08/1829 com quem teve a sua oitava filha: D. Maria Amélia de Bragança e Leuchtenberg (1831-1853).</p>
      </note>
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      <note>
        <p>Segundo Imperador do Brasil. Filho do Imperador D. Pedro I e da Imperatriz Leopoldina, subiu ao trono do Brasil com a abdicação de seu pai (7 de abril de 1831). José Bonifácio de Andrade Silva e o Marquês de Itanhaém foram seus Tutores. Após nove anos de conturbadas regências, em 1840, foi declarada sua maioridade. Seu governo caracterizou-se pela pacificação do país. De 1851 a 1852, sustentou a guerra contra Oribe e Rosas. Desenvolveu os meios de comunicação, a imigração estrangeira e a instrução pública. Foi árbitro em questões internacionais. De 1864 a 1870, enfrentou a Guerra contra o Paraguai. Em seu Reinado deu-se a progressiva Abolição da Escravatura com a Lei Eusébio de Queiros (1850), que aboliu o tráfico negreiro, a Lei do Ventre Livre (1871), a Lei saraiva-Gotegipe (1885), que declarava livres os escravos sexagenários, e por fim a Lei Áurea (1888) que aboliu a escravidão no Brasil. Com a proclamação da República, D. Pedro II embarcou para Portugal, e daí para a França, onde morreu. Em 1920, seus restos mortais foram transladados para o Brasil e sepultados na Catedral de Petrópolis. Casou-se, em Nápoles, 30/05/1843, com a princesa Teresa Cristina Maria de Bourbon, da região das Duas Sicílias, com quem teve quatro filhos: D. Pedro Afonso (1845-1847); D. Isabel (1846-1921); D. Leopoldina (1847-1871) e D. Pedro Afonso (1848-1850).</p>
      </note>
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      <note>
        <p>Princesa Imperial do Regente, a “Redentora” (Rio de Janeiro, 1846-França, 1921) filha do Imperador D. Pedro II e D. Teresa Cristina Maria de Bourbon. Regente de 1871 a 1872, de 1876 a 1877, de 1877 a 1888. Em 13 de maio de 1888, assinou a Lei Áurea que aboliu a escravidão negra no Brasil. Casou-se no Rio de janeiro, em 15/10/1864, com o príncipe Luís Gastão de Orléans, Conde D’Eu, Marechal do Exército, Grã cruz de todas as Ordens Brasileiras, (nasceu em Neuillysur-Seine, 1842- bordo do “Massilia” em 1922). Tiveram três filhos: Pedro Alcântara, Alteza Imperial e príncipe do Grão-Pará, até 30/10/1908, ano que renunciou por si e por todos e cada um de seus descendentes, a todo e qualquer direito à Coroa e Trono do Brasil e, conseqüentemente, à chefia da Casa Imperial. Casado com Maria Elizabeth, Condessa de Dobrzensky de Dobrzenicz (1875-1951), pais de Isabel, Pedro Gastão e Maria Francisca; D. Luís, Príncipe Imperial do Brasil, em virtude da renúncia, em 30/10/1908, de seu irmão primogênito. Casado com Maria Pia de Bourbon, Princesa das Duas Sicílias  (nascida em Cannes em 1878), pais de D. Pedro Henrique, D. Luís Gastão e Pia Maria, D. Antônio (Paris,1881-Londres,1918).</p>
      </note>
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      <note>
        <p>Casou-se no Rio de Janeiro em 15/12/1864 com o príncipe Luís augusto de Saxe-Coburgo e Gotha, Duque de Saxe, Almirante Efetivo da Imperial Armada do Brasil, Presidente do Conselho Naval, Grã-Cruz de todas as Ordens Brasileiras (Eu, 1845-Carlsbad, 1907), com quem teve quatro filhos: D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo e Bragança, eventual sucessor da Coroa, segundo a Constituição do Império, qualidade que chegou a alcançar e conservou durante nove anos, até o nascimento de seu primo D. Pedro de Alcântara. Bacharelado em Letras pelo primeiro colégio Pedro II e Engenheiro pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, 1866- Tulln (Áustria), 1934), sem sucessão; D. Augusto Leopoldo, segundo Tenente da Imperial Armada Brasileira (Petrópolis, 1867- Castelo de Schladming, 1922). Casou-se em 1894 com S.A.I e R. Caroline, Arquiduquesa da Áustria-Toscana (Áustria, 1869-Budapeste, 1945) co9m quem teve a filha D. Teresa Cristina Maria Saxe-Coburgo e Bragança de Habsburgo; D. José de Saxe-Coburgo e Bragança (Rio de Janeiro, 1869- Áustria, 1888); D. Luís (Castelo de Ebenthal, Áustria 1870 – Innsoruck, 1942), casou-se pela primeira vez em Munique, 1900, com S.A.R Matilde Maria, Princesa da Baviera e, pela segunda vez em Bischofsteinitz, 1907, com a Condessa Maria Ana, de Trauttmansdorff-Weinsberg (1873-1948).</p>
      </note>
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      <note>
        <p>Apelidada de "Mãe dos Brasileiros", foi a esposa do imperador D. Pedro II e imperatriz consorte do Império do Brasil de 1843 até a abolição da monarquia em 1889. Nascida como uma princesa do Reino das Duas Sicílias, era filha do rei Francisco I, pertencente ao ramo italiano da Casa de Bourbon, e sua esposa a infanta Maria Isabel da Espanha. Ela se casou por procuração com Pedro II em 1843. As expectativas de seu marido eram altas devido a um retrato que lhe havia sido presenteado em que Teresa Cristina era mostrada como uma beleza idealizada, porém ele ficou insatisfeito com aparência simples da noiva ao encontrá-la pela primeira vez. A relação do casal melhorou com os anos apesar do começo frio, principalmente por causa da paciência, bondade, generosidade e simplicidade de Teresa Cristina. Essas características também lhe ajudaram a ganhar os corações dos brasileiros, com sua distância de controvérsias políticas lhe protegendo de críticas. Ela também patrocinou estudos arqueológicos na Itália e ajudou na imigração italiana para o Brasil.</p>
      </note>
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      <note>
        <p>Foi a primeira esposa do imperador D. Pedro I e Imperatriz Consorte do Império do Brasil de 1822 até sua morte, também brevemente sendo Rainha Consorte do Reino de Portugal e Algarves entre março e maio de 1826. Era filha do imperador Francisco I da Áustria e sua segunda esposa Maria Teresa da Sicília.</p>
      </note>
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    <odd type="publicationStatus">
      <p>published</p>
    </odd>
    <odd type="levelOfDetail">
      <p>Parcial</p>
    </odd>
    <odd type="statusDescription">
      <p>Final</p>
    </odd>
    <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
      <p>Exercícios de rima e de caligrafia de D. Pedro II, pasta de documentos que pertenceu a imperatriz D. Teresa Cristina, carta em francês reconhecendo D. Maria Amélia como princesa brasileira, Carta de D. Pedro II sobre o Hospital Santa Teresa, Carta de D. Pedro II solicitando notícias de familiares, carta convidando a imperatriz Teresa Cristina a conhecer o Instituto dos Negros no Cairo, Egito, Carta de Conde d'Eu agradecendo o pesar enviado a propósito do nascimento frustado do seu herdeiro, comunicando que a Princesa Isabel sofreu muito; Iconografia da família imperial, contendo fotos e gravuras, álbum de aquarelas com a árvore genealógica de Francisco I, Rei das Duas Sicílias, partituras, diagramas com árvores genealógicas de D. Pedro I, D. Pedro II e Teresa Cristina.</p>
    </scopecontent>
    <arrangement encodinganalog="3.3.4">
      <p>8 séries: Documentos Pessoais, Correspondências, Iconografia, Homenagens, Jornais e Recortes de Jornais, Árvore Genealógica, Paços Imperiais e Miscelânea.</p>
    </arrangement>
    <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
      <p>Museu Nacional - Processo 14/22<lb/>César Lopes - 1922<lb/>J J Raposo - Processo 02/23<lb/>Cândido de Oliveira Junior - Processo 02/25<lb/>Baronesa de Muritiba - 1928<lb/>Antônio Felino Barroso - Processo 15/29<lb/>B. San Martin - Processo  25/29<lb/>Gustavo Barroso - 1934<lb/>Coronel Tomás Pereira - 1941<lb/>Epitácio Pessoa - 	1944<lb/>Isa de Queirós Santos - Processo 05/60<lb/>Milton M. de Oliveira -	1962<lb/>Sidney Simons Braga -	1985</p>
    </acqinfo>
    <custodhist encodinganalog="3.2.3">
      <p>No inventário desta coleção consta que ela foi organizada entre 1984 e 1985  e "(...) reúne documentos de diversas procedências [ ver campo 2.3.2] agrupados, artificialmente, para facilitar a recuperação da informação e relacionados, como seu nome sugere, aos Imperadores: D. Pedro I e D.Pedro II e respectivos familiares. Entretanto, possui um núcleo que detém certa unidade, formado pela documentação transferida do Museu Nacional, em 1922, pertencente a D. Pedro II e D. Teresa Cristina Maria (processo número 14/22). Essa transferência envolveu, sobretudo, documentos iconográficos (álbuns de retratos e de vistas) bem como livros a serem remanejados para a seção da biblioteca . Dos livros arrolados do referido processo alguns não foram localizados e outros já se encontram integrados a Coleção de Documentos Iconográficos Avulsos e aí permanecem por não dizerem respeito, diretamente, à Família Imperial". Consta uma relação de documentos iconográficos que estão na atual Coleção Iconografia Avulsa, um total de 207 fotos. No inventário consta "uma relação de 50 documentos (daguerreótipo, Carte Cabinet e Carte de Visite) que se encontram na Coleção Iconografia e que são relativos à Família Imperial.Comporiam ainda a coleção fotos que retratam membros da Familia Imperial e que estão inseridos na Coleção Documentos Iconográficos Avulsos nas classes D, T e V devido às suas particularidades físícas." Há registrado em guia de remessa de transferência  n º 15/86 do  "Diário de Bélem de 11/06/1888, doado por Getúlio Vargas, para o Museu da República/RJ, fazendo parte atualmente da coleção Nilo Peçanha naquele museu e o empréstimo, 11/09/1996, à Biblioteca do Exército um Livro Ata da Inauguração da Biblioteca do Exército, assinada pelo Imperador D. Pedro II - Processo 102/96.  Coleção tombada pelo IPHAN com 937 documentos (processo de tombamento nº1392-T-1997, concluído em 2009).  Do total de  documentos tombados 257 itens (iconográficos) estão na Coleção n º74- Iconografia Avulsa, como descrito  acima.</p>
    </custodhist>
    <processinfo>
      <p>
        <date>Organizada em 1984/1985</date>
      </p>
      <p>Organizado por Maryland Leal Paiva, Regina Helena da Conceição Reis e Helena Ferrez; Sanger Amaral Alves Nogueira no período de março a dezembro de 2005 sob a coordenação de Rosângela Bandeira.</p>
    </processinfo>
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      <p>Com restrição. Necessidade de prévio aviso.</p>
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    <userestrict encodinganalog="3.4.2">
      <p>Resolução Normativa IBRAM nº 15/2022.</p>
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      <p>Inventário</p>
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      <c level="series">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">iconografia</unittitle>
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          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Composta por 3 subséries: Pedro I, Pedro II e Álbuns<lb/>IMp - 17itens<lb/>IM- 105 itens<lb/>IMa - 18 álbuns com 543 itens    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <c level="subseries">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Pedro II</unittitle>
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              <p>Estado de Conservação: Regular</p>
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              <name id="atom_316288_actor">Museu Histórico Nacional</name>
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            <p>published</p>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Saída de S.S.M.M. o Imperador e a Imperatriz do Brasil do porto do Rio de Janeiro no dia 25 de maio de 1871</unittitle>
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              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 gravura: Litografia, p&amp;b; 28 x 42 cm.    </physdesc>
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                <p>Estado de Conservação: Regular</p>
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              <note>
                <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
              </note>
            </bioghist>
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              <p>published</p>
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              <p>Saída de S.S.M.M. o Imperador e a Imperatriz do Brasil do porto do Rio de Janeiro no dia 25 de maio de 1871 / A. lith.; E. de Martino pinxit. -- [1871].<lb/>Inscrição: Legenda com o nome das embarcações.<lb/>Resumo: Focaliza o embarque de Pedro II em sua primeira viagem à Europa, de onde regressou em 30/ 03/1872. Estão mencionadas na estampa as seguintes embarcações: Egmont, Gladiator, Bristol, Barca Fluminense, Douro, Barca Ferry, Lima Barros e Brasil.<lb/>Em: Suplemento da Vida Fluminense.</p>
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