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        <titleproper encodinganalog="title">Guerra do Paraguai</titleproper>
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        <publisher encodinganalog="publisher">Museu Histórico Nacional</publisher>
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      Gerado por Access to Memory (AtoM) 2.8.1      <date normal="2026-04-15">2026-04-15 06:54 UTC</date>
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      <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guerra do Paraguai</unittitle>
      <unitid encodinganalog="3.1.1" repositorycode="BR RJMHN">GP</unitid>
      <unitdate normal="1855/1871" encodinganalog="3.1.3">1855-1871</unitdate>
      <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual: metragem linear 0,47 (corresponde a 97 itens)<lb/>Iconografia: 262 fotografias, 01 gravura<lb/>Cartografia: 19 mapas<lb/>01 partitura<lb/>02 Atlas<lb/>02 livros<lb/>03 álbuns<lb/>353 Recortes de Jornais (colados em 01 álbum).    </physdesc>
      <repository>
        <corpname>Museu Histórico Nacional</corpname>
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      <note type="generalNote">
        <p>Estado de Conservação: Regular</p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>No ano de 2013, 51 fotografias da Coleção Guerra do Paraguai foram registradas no Programa Memória do Mundo da UNESCO – América Latina e Caribe (MOW-LAC). Contribuíram para a elaboração dessa candidatura, além do Museu Histórico Nacional, outras 08 instituições: Arquivo Histórico do Exército, Arquivo Histórico do Itamaraty, Arquivo Nacional, Arquivo da Marinha, Biblioteca Nacional, Museu Imperial, Museu Nacional de Belas Artes e Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Em 2014 o Museu Histórico do Uruguai foi convidado a se juntar ao grupo das instituições brasileiras e assim foi feita a submissão ao Registro Internacional e em 2015 o conjunto documental foi incluído no Registro Internacional do Programa Memória do Mundo da UNESCO. </p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>46 fotografias foram digitalizadas pelo Arquivo Nacional-AN em junho de 2017: GPfa01 a 46. O AN também confeccionou caixa para a guarda das fotografias e realizou higienização mecânica e acondicionamento.</p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>O álbum GPfa02 foi enviado em abril/2017 ao Arquivo Nacional-AN para conservação e restauração da encadernação e retornou ao MHN em setembro de 2017. As fotografias desse álbum também foram digitalizadas pelo AN. </p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>Acervo higienizado e troca de invólucro: GPe71, 74, 75, 76, 77 e 84. (março de 2018)</p>
      </note>
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      <note>
        <p>Numa ponta que avançava sobre o mar, entre as então existentes praias de Piaçaba e Santa Luzia, posteriormente conhecida como Ponta do Calabouço, os portugueses construíram em 1603 a Fortaleza de Santiago, origem do conjunto arquitetônico que abriga o Museu Histórico Nacional - MHN. Na década de 1920 a Ponta do Calabouço foi aterrada e urbanizada para acolher Exposição Internacional do Centenário da Independência. As edificações existentes foram ampliadas, reformadas e abertas ao público em 1922, abrigando o Palácio das Grandes Indústrias. Em duas galerias desse Pavilhão foi instalado o Museu Histórico Nacional, criado naquele ano pelo Presidente Epitácio Pessoa, dotando o Brasil de um museu dedicado à história nacional. Durante o século XX, o Museu ocupou todo o espaço arquitetônico, formando um dos maiores acervos do país, que hoje representa 67% das coleções nacionais em museus do Ministério da Cultura. O Museu reúne objetos históricos e artísticos, documentos, livros, raros e a mais significativa coleção de numismática da América Latina. Entre 2003 e 2010, foram feitas obras de restauração e modernização do Museu, ampliando espaços, aprimorando serviços oferecidos aos visitantes, democratizando o acesso dos mais diversos segmentos sociais e viabilizando a circulação e o percurso adequados ao novo discurso museográfico. O MHN foi sede da primeira escola de museologia do país, firmou-se como instituição de pesquisa e formação do conhecimento. Promove cursos, seminários, debates, edita Anais e outras publicações. O MHN possui Arquivo Institucional, Arquivo Histórico, Biblioteca e Reserva Técnica aberta ao público para pesquisa. O Setor Educativo do MHN promove atividades específicas para professores e alunos, além de projetos de inclusão social. Disponibiliza também exposições itinerantes para instituições.</p>
      </note>
    </bioghist>
    <odd type="publicationStatus">
      <p>published</p>
    </odd>
    <odd type="levelOfDetail">
      <p>Integral</p>
    </odd>
    <odd type="statusDescription">
      <p>Final</p>
    </odd>
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      <p>Fotos de alojamentos, de militares, de locais em ruínas no Paraguai; Transcrição de poesias dedicadas por Solano Lopes a Elisa Lynch, instruções do exército paraguaio, nomeações em atenção aos serviços militares prestados, cartas patentes, carta circular convbidando os pernambucanos a se alistarem nos corpos de voluntários da pátria; Recortes de jornais do Suplemento da Semana Ilustrada com imagens de soldados, encouraçados, fortificações e cenas de combate.</p>
    </scopecontent>
    <arrangement encodinganalog="3.3.4">
      <p>5 séries: Documentos iconográficos; Documentos textuais avulsos; Documentos cartográficos; Recortes; Partitura.</p>
    </arrangement>
    <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
      <p>César Lopes - 1924<lb/>Paulino Batista dos Santos - 1924<lb/>Arquivo Nacional - Processo 03/1925<lb/>filhos de Marechal Hermes da Fonseca - 1926<lb/>Museu Naval	- Processo 24/27<lb/>Otávio de Teffé - 1927<lb/>Almirante José Carlos de Carvalho - 1928<lb/>Amélia Rio Branco Gouvêa - 1929<lb/>Netas do barão de Muritiba - Processo 20/33<lb/>Chermont de Brito - 1936<lb/>A Tiburcio O de Sousa, general - 1955<lb/>Isa Queirós Santos - Processo 05/60<lb/>filhos de Marechal Hermes da Fonseca - 1926<lb/>filhos de Joaquim Mariano de Macedo Soares<lb/>Museu Rocha (Ceará)<lb/>Museu Dom José (Cuiabá)</p>
    </acqinfo>
    <custodhist encodinganalog="3.2.3">
      <p>Documentos doados ao MHN nos anos de 1924, 1925, 1927-28, 1933, 1936 e 1955; Comprados nos anos de 1924 e 1960; Transferido do Arquivo Nacional em 1925; Transferidos do Museu Naval em 1927. Após a reunião dos documentos sobre a Guerra do Paraguai optou-se por transformá-la em uma coleção no ano de 1986. Coleção tombada pelo IPHAN com 579 documentos (processo de tombamento nº1392-T-1997, concluído em 2009). Consta registrado no inventário que essa coleção foi organizada em 1986 e que 6 documentos impressos foram transferidos para a Biblioteca do MHN. Foram transferidos da coleção Deodoro da Fonseca 2 documentos (01 pequeno álbum da Guerra do Paraguai e (1) Diário dos Exércitos de S. A. o Conde d’Eu) para esta coleção. 03 diplomas e 01 decreto desta coleção faziam parte da coleção Diplomas, extinta após o ano de 1997 sendo os 63 documentos que compunham essa coleção distribuídos entre 05 coleções: Coleção João Alfredo Correia de Oliveira; Coleção Guerra do Paraguai; Coleção Joaquim Teixeira de Macedo; Coleção Pedro Muniz Leão Veloso; Coleção Textuais Avulsos.</p>
    </custodhist>
    <processinfo>
      <p>
        <date>Organizada em 1986.</date>
      </p>
      <p>Organizada por Rosângela de Almeida Costa Bandeira.</p>
    </processinfo>
    <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
      <p>Com restrição. Necessidade de prévio aviso.</p>
    </accessrestrict>
    <userestrict encodinganalog="3.4.2">
      <p>Resolução Normativa IBRAM nº 15/2022.</p>
    </userestrict>
    <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
      <p>Inventário</p>
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    <dsc type="combined">
      <c level="series">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Documentos iconográficos</unittitle>
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          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 álbuns com 65 fotografias; 57 fotografias avulsas; 89 estampas; 03 álbuns de estampas    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Série composta por 04 subséries:<lb/>GPfa álbuns iconográficos; GPf fotografias; GPe estampas; GPea álbuns de estampas</p>
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        <c level="subseries">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Estampas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" repositorycode="BR RJMHN">GP-GPic-GPe</unitid>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        89 estampas    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Priorizamos inicialmente as estampas de autoria de Angelo Agostini, para um trabalho em parceria com a Rede da Memória Virtual Brasileira.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Estampas publicadas em periódicos com a temática do conflito.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Angelo Agostini</persname>
            <subject>Guerra do Paraguai</subject>
            <subject>Guerra da Tríplice Aliança</subject>
          </controlaccess>
          <c level="item">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Canoas paraguaias dando abordagem ao monitor Alagoas, nas proximidades das baterias do Timbó</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" repositorycode="BR RJMHN">GP-GPic-GPe-GPe13</unitid>
              <unitdate normal="2018/2018" encodinganalog="3.1.3">[18??]</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 estampa (reprodução mecânica); p&amp;b; 18x28cm    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>estampa publicada na Revista "A Vida Fluminense"</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Ver GPr207</p>
              </note>
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                <persname id="atom_315956_actor">Angelo Agostini</persname>
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            <bioghist id="md5-6714d75cadfd908b61eeccb0aa043121" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>published</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Canoas paraguaias dando abordagem ao monitor Alagoas, nas proximidades das baterias do Timbó</p>
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          </c>
          <c level="item">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Os efeitos das notícias do dia 1º de março de 1868</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" repositorycode="BR RJMHN">GP-GPic-GPe-GPe14</unitid>
              <unitdate encodinganalog="3.1.3">[18??]</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        01 estampa (reprodução mecânica); p&amp;b; 22x40cm.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>Suplemente da Semana Ilustrada</p>
              </note>
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              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <persname id="atom_315963_actor">Angelo Agostini</persname>
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              <note>
                <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>published</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Resumo: vê-se quatro VIVAS: ao marechal Caxias, a Sua Majestade o Imperador a nação brasileira e ao Barão de Inhaúma.<lb/>Legenda: 1. Os inválidos da pátria, os filhos da glória, vão saudar o Imperador... 2. O povo e as músicas populares... 3. Os estudantes de academias e colégios... 4. A rua do ouvidor à noite... 5. Primeiro aspecto do morro do Castelo embandeirado... 6. Os oradores na praça do comércio e nas ruas... 7. Em frente das habitações dos ministros... 8. O boato falso escurraçado... 9. Os gazeteiros pessimistas... 10. O câmbio subindo e o ouro descendo... 11. Tocante desesperação dos agiotas...</p>
            </scopecontent>
          </c>
          <c level="item">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Almirante Barroso, barão do Amazonas</unittitle>
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              <unitdate encodinganalog="3.1.3">[19??]</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Reprodução mecânica (colorida a mão): sobre cetim, color.; 29x21cm.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>Estado de Conservação: Ruim</p>
              </note>
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              <note>
                <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>published</p>
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              <p>Resumo: busto, fardado e condecorado com a Imperial Ordem da rosa, Ordem Imperial do cruzeiro e outras.</p>
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              <name role="subject">Francisco Manuel Barroso da Silva</name>
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              <note type="generalNote">
                <p>Estado de Conservação: Regular</p>
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                <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
              </note>
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            <odd type="publicationStatus">
              <p>published</p>
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              <p>Resumo: busto, fardado e condecorado com a Imperial Ordem da rosa, Ordem Imperial do cruzeiro e outras.</p>
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            <controlaccess>
              <name role="subject">Francisco Manuel Barroso da Silva</name>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vista das baterias, fortificações e armazéns de Humaitá</unittitle>
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              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Reprodução mecânica: p&amp;b; 26x43cm.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>Suplemento da Revista "A Vida Fluminense"</p>
              </note>
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              <note>
                <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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            <odd type="publicationStatus">
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              <p>Vista das baterias, fortificações e armazéns de Humaitá, tomada de bordo do encouraçado Lima Barros, no dia 5  de setembro de 1867: vista das barrancas e fortificações de Curupaity, tomada de bordo do vapor Princesa.</p>
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        Reprodução mecânica: p&amp;b; 27x43cm.    </physdesc>
              <note type="generalNote">
                <p>Estado de Conservação: bom</p>
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                <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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              <persname role="subject">Luís Alves de Lima e Silva</persname>
              <persname role="subject">Manuel Luís Osório</persname>
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              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Passagem de Humaitá, efetuada na noite de 19 de fevereiro de 1868</unittitle>
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        Impresso: p&amp;b; 29x43cm.    </physdesc>
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                <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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              <p>Passagem de Humaitá, efetuada na noite de 19 de fevereiro de 1868, pelos encouraçados Barroso, Bahia e Tamandaré, levando a reboque os monitores Rio Grande, Alagoas e Pará.<lb/>Legenda: : 1. Silvado; 2. Lima Barros; 3. Alagoas vindo águas abaixo por ter uma bala inimiga cortado a amarra que o prendia ao Bahia; 4. Tamandaré rebocando o Pará; 5. Bahia; 6. Barroso rebocando o rio Grande; 7. Ponta do Chaco; 8. Igreja de São Carlos; 9. Armazéns; 10. Barbetas com sete peças; 11. Túnel na barranca por onde passa as correntes; 12. Bateria casamata de Londres com sete peças; 14. Barbeta com uma peça de calibre 80, que se julga ser a Christiania; 15. Dita com doze peças; 16. Bandeira de resguardo; 17. Barbeta com doze peças; 18. Dita com  cinco peças; 19. Lugar onde estiveram duas peças que no dia 4 de setembro fizeram fogo contra o encouraçado Lima Barros.</p>
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          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Recortes de Periódicos</unittitle>
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        02 subséries : GPr álbum com 352 recortes de periódicos e GPan 03 anexos    </physdesc>
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        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Entrada triumphal dos “Voluntários da Pátria”</unittitle>
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        Reprodução litográfica; p&amp;b; 28x40cm.    </physdesc>
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              <p>Estado de Conservação: regular</p>
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            <note>
              <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
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            <p>Entrada triunfal dos “Voluntários da Pátria” na tarde de 23 de Fevereiro de 1870</p>
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            <subject>Voluntários da Pátria</subject>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Divisão avançada da esquadra, passando em frente das baterias de Tebiquary</unittitle>
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        Reprodução mecânica: p&amp;b; 28x44cm.    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Estado de Conservação: Regular</p>
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            <note>
              <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
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            <p>Divisão avançada da esquadra, passando em frente das baterias de Tebiquarí, no dia 23 de julho de 1868, às 3 horas da tarde.<lb/>Legenda: 1.Bateria com 3 peças de 68 e uma raiada de 32; 2. Mangullo; 3. Encouraçado Bahia e monitor Alagoas; 4. Bateria com 8 peças de calibre 68 e 3 menores; 5. Foz do Tebiquari; 6. Monitor Piauí; 7. Monitor Rio Grande; 8. Encouraçado Barroso; 9. Encouraçado Silvado; 10. Piragua metida a pique na foz do rio; 12. Duas grossas estacas, em que os paraguaios tentaram firmar uma corrente.</p>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Barraca e mangrulho do marquês de Caxias em Parê-Cuê</unittitle>
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              <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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            <p>published</p>
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            <p>Barraca e mangrulho do marquês de Caxias em Parê-Cuê</p>
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            <name role="subject">Luís Alves de Lima e Silva</name>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guerra do Paraguai: episódio noturno</unittitle>
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              <p>Estado de conservação: bom</p>
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              <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
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            <p>Os paraguaios tentando surpreender uma avançada brasileira.<lb/>Este desenho foi remetido por um oficial do 1º Corpo do Exército Brasileiro.</p>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guerra do Paraguai: episódio da madrugada de 2 do corrente</unittitle>
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        Reprodução mecânica: p&amp;b; 25x43cm.    </physdesc>
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              <p>Estado de Conservação: regular</p>
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              <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
            </note>
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          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
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            <p>Os encouraçados Silvado, Brasil, Mariz e Barros, e Herval, metralhando os paraguaios que protegidos pela noite, vieram em canoas dar abordagem ao Cabral e Lima Barros.</p>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vista de uma parte das baterias, fortificações e armazéns de Humaitá, tomada de bordo do encouraçado Lima Barros</unittitle>
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              <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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            <p>published</p>
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            <p>Vista de uma parte das baterias, fortificações e armazéns de Humaitá, tomada de bordo do encouraçado Lima Barros, no dia 5 de setembro de 1867.<lb/>Legenda:: 1. Igreja; 2. Túnel, corrente e chata que a sustem...; 3. Casamata de Londres.</p>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Barão do Triunfo, José Joaquim de Andrade Neves: o brigadeiro Salustiano Jerônimo dos Reis.</unittitle>
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            <note>
              <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
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            <p>Barão do Triunfo, José Joaquim de Andrade Neves: o brigadeiro Salustiano Jerônimo dos Reis, ambos ambos fardados e condecorados.</p>
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            <name role="subject">José Joaquim de Andrade Neves</name>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Exército paraguaio: uniforme de cavalaria e infantaria.</unittitle>
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        Reprodução mecânica: p&amp;b; 21x25cm    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Estado de Conservação: bom</p>
            </note>
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              <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
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          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
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            <p>Exército paraguaio: uniforme de cavalaria e infantaria.</p>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Canoas paraguayas dando abordagem ao monitor. Alagoas, nas proximidades das baterias do Timbó.</unittitle>
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            <note type="generalNote">
              <p>Estado de conservação: regular</p>
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            <note type="generalNote">
              <p>Ver GPe13</p>
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              <p>Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.<lb/>Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.<lb/>Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.<lb/>O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.<lb/>Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.<lb/>Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.</p>
            </note>
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            <p>published</p>
          </odd>
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            <p>Canoas paraguayas dando abordagem ao monitor. Alagoas, nas proximidades das baterias do Timbó.</p>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Francisco Solano López</unittitle>
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            <p>Episódio da passagem e tomada da ponte sobre o Itororó, no dia 06 de Dezembro de 1868.</p>
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              <name id="atom_316014_actor">Museu Histórico Nacional</name>
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            <p>Álbum criado no Museu Histórico Nacional, composto por 352 recortes de jornais com a temática da "Guerra do Paraguai"</p>
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