Vistas da zona do porto de Manaus, armazéns, plataformas, docas, etc. da companhia Manaos Harbour Limited.
Phot. CastroCinco pessoas (dois montados em cavalos) no marco da fronteira entre o Brasil e o Paraguai. No marco lê-se Império do Brazil, República do Paraguay, 1874.
Alberto BrandDois homens no marco. Rondon é o da direita com chapéu na mão. Vê-se parte de um cavalo na extremidade direita da foto.
Vê-se diversas caixas e um homem andando entre elas.
O porto de Corumbá no Rio Paraguai. Vê-se diversas embarcações em primeiro plano.
Pessoas e barracas ao longo de linha divisória entre vegetação nativa e área desmatada. Ao fundo a vegetação nativa. (pantanal)
Documentos pessoais do titular textuais e iconográficos como diplomas e cartas,; relatórios e fotografias de edifícios públicos, obras públicas, aspectos urbanos de cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, da Exposição Nacional de 1908 (RJ), índios, aspectos da extração do babaçu, da borracha, da plantação da erva-mate, cana de açúcar e outras culturas.
Miguel Calmon du Pin e AlmeidaMiguel Calmon na carruagem (seria uma Carruagem Vitória?)
Miguel Calmon (terceiro sentado da direita para a esquerda) e Afonso Pena (quarto sentado da direita para a esquerda) e outras autoridades.
Militares formados em frente ao pavilhão de Portugal.
Casas, parecendo uma vila de operários. Em primeiro plano dois homens de terno, em segundo plano homens a cavalo e a pé, em terceiro plano as casas e ao fundo morros com floresta.
Mineração subterrânea. Entrada da mina. Em primeiro plano estrada de ferro para interior da mina.
Mina a céu aberto, com pessoas trabalhando (mineiros).
Vista de uma cidade do interior de Minas.
Em primeiro plano, um homem montado em cavalo. Em médio plano, árvores, cavalo e gado pastando. Ao fundo dois morros.
Pessoal carregando bagagem e equipamentos. Duas barracas ao fundo.
Muro do cais visto da água, aparecendo o flutuante ligado ao cais por inclinado. Vê-se também um pier. Ao fundo, embarcações.
Phot. CastroPrédio onde funcionou o museu, criado em 1922, após a Exposição Internacional do Centenário da Independência. O prédio que o abrigava foi um dos pavilhões da Exposição. O Museu Comercial e Agrícola foi extinto na década de 1930 por Getúlio Vargas.
Prédio do Museu do Ipiranga (Museu Paulista) no centro da foto.
Palácio do Museu Nacional no centro da foto e jardim em primeiro plano
19 homens, a maioria sentados, posando para a fotografia. Rondon é o sétimo sentado da direita para a esquerda.
Alberto BrandNove homens em hora de descanso. Seis sentados e três de pé. O Marechal Rondon é o terceiro sentado da direita para a esquerda, tomando chimarrão.
Dez homens, três com indumentária gaúcha. Alguns seguram folhas de erva-mate. Ao fundo as taperas de sapê e uma carroça.
Alberto BrandUm homem trabalhando com aparelhos astronômicos. Vê-se, ao fundo, uma carroça.
Dois homens trabalhando com aparelhos astronômicos.
Alberto BrandEm primeiro plano, a rua com seus paralelepípedos e fiação elétrica. Um edifício de 2 andares na esquina, em frente a uma praça onde se vê dois quiosques e um galpão com duas chaminés (provavelmente a usina). Atrás do edifício tem uma estrutura metálica com uma espécie de caixa d’água (provavelmente o tanque).
Phot. CastroUma ponte sobre riacho.
Igreja da Sé de Olinda, antes da reforma que restaurou seu estilo colonial barroco/maneirista.
Em primeiro plano, o calçamento em pé de moleque olindense. Ao fundo, edifício provavelmente público.
Imagem de uma pequena lagoa com plantas aquáticas que parecem aguapé.
Gado atravessando um rio ou lago.
As pessoas tiram o chapéu para a oração. Rondon aparece proferindo a oração.
Alberto BrandVê-se uma nascente d’água.
Três homens a cavalo observando uma nascente d’água.
Alberto BrandPalmeiras em primeiro plano.
Em primeiro plano à esquerda, a rua e à direita, o palácio.
Em primeiro plano, o paralelepípedo da rua, em médio plano a praça com o arvoredo, ao fundo o Palácio da Liberdade.
Observa-se várias barracas, tipo camping, na frente do prédio. Vê-se Chateau d’Eau e Pão-de-Açúcar.
Chateau d"Eau, Luz Elétrica.
Observa-se uma cascata de água na frente do pavilhão e vários chafarizes. Vê-se o Pão-de-Açúcar.
Em primeiro plano, as escadarias. Ao fundo, o palácio.
Prédio entre a rua da Misericórdia e a Praça XV, ao lado do Museu Histórico Nacional - MHN. Demolido na década de 1970.
Rua e arvoredo em primeiro plano, palácio ao fundo.
Palácio residência da Presidência da República, hoje sede do governo do Rio de Janeiro.
Em primeiro plano, o trilho dos bondes, em médio plano, o palácio, ao fundo, um bonde.
Em primeiro plano, uma árvore e um cavalo. Ao fundo, a vila de Campo Grande.