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        <titleproper encodinganalog="title">Oswaldo Cruz</titleproper>
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      <unittitle encodinganalog="3.1.2">Oswaldo Cruz</unittitle>
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        Textual: metragem linear 0,23 (corresponde a 125 itens)<lb/>Iconografia: 01 fotografia    </physdesc>
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        <p>Estado de Conservação: Regular</p>
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        <p>Documentos higienizados em novembro de 2014.</p>
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        <p>Ver Iconografia Avulsa: 107L</p>
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      <note>
        <p>Oswaldo Gonçalves Cruz, médico e sanitarista brasileiro, (São Luís do Piratininga, SP, 1872 – Petrópolis, 1917), pioneiro da medicina experimental no Brasil, doutorado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1892) com uma tese em que trata “Da veiculação microbiana pelas águas”. Em 1896 foi a Paris, onde estagiou no Instituto Pasteur sob a direção de Émile Roux, além de trabalhar num laboratório de toxicologia e no serviço de vias urinárias de Félix Guion. De volta ao Brasil em 1899, foi designado para combater o surto de peste bubônica registrado em Santos (SP) e em outras cidades portuárias; criou-se então, para produzir soros e vacinas, o Instituto Soroterápico, hoje Instituto Oswaldo Cruz; sediado na Fazenda de Manguinhos, no Rio de Janeiro. Nomeado diretor-geral da Saúde Pública, em 26 de março de 1903 com a incumbência de erradicar a febre amarela da então Capital da República, pôs nas ruas suas famosas brigadas de “mata-mosquitos”, enfrentando a antipatia da população, até finalmente banir da cidade aquele mal (1907); coube-lhe ainda erradicar a febre amarela em Belém (PA) e controlar a malária na zona da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, na Amazônia, sobre o que escreveu “Considerações Sanitárias do Rio Madeira” (1910). Extinguiu as epidemias de varíola e peste bubônica, reformou o código sanitário e remodelou todos os serviços de saúde e higiene do país. Em 1907 expôs em Berlim, no XIV Congresso Internacional de Higiene e Demografia os resultados dos trabalhos da Saúde Pública e do então Instituto de Patologia Experimental de Manguinhos, conquistando para o Brasil o primeiro prêmio entre mais de cem expositores. Deixou a direção da Saúde Pública em 1909. Em 26 de julho de 1913 foi recebido na Academia Brasileira de Letras. Em 18 de agosto de 1916 assumiu o cargo de Prefeito de Petrópolis, traçando um vasto plano de urbanização da cidade. Enfermo, transmitiu o cargo a Bulhões e Carvalho, e veio a falecer no dia 11 de fevereiro de 1917. Casado com Emília F. Cruz, teve dois filhos: Bento e Elisa Gonçalves Cruz.</p>
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      <p>published</p>
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      <p>Integral</p>
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    <odd type="statusDescription">
      <p>Final</p>
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    <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
      <p>Relação em ordem alfabética de autores e assuntos ligados à medicina; anotações sobre fisiologia; anotações sobre clínica geral; notas da tese de doutorado do titular, cartas enviadas ao titular sobre doenças.</p>
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    <arrangement encodinganalog="3.3.4">
      <p>4 séries “Produção Intelectual”, “Correspondência”, "Documentos Pessoais” e "Iconografia"</p>
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    <custodhist encodinganalog="3.2.3">
      <p>Não foram localizados os registros de entrada de todos os documentos do MHN e essa Coleção é um desses casos. Optou-se formar coleção com esses documentos para que eles não ficassem desmembrados, tendo como base um titular. Coleção tombada pelo IPHAN com 71 documentos  ( Processo de tombamento nº1392-T-1997).</p>
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      <p>
        <date>Organizada em 1985.<lb/>Revisada em agosto de 2025.</date>
      </p>
      <p>Organizada por Ana Luce Girão Soares de Lima.</p>
      <p>Revisada pela arquivista Daniella Gomes dos Santos</p>
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      <p>Com restrição. Necessidade de prévio aviso.</p>
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      <p>Resolução Normativa IBRAM nº 15/2022.</p>
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      <p>Inventário</p>
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