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registro de autoridade
Antonietta Maria Ribeiro da Silva
Família · 1907-?

Nasceu em Perdões (MG). Diploma de Normalista do Colégio Nossa Senhora das Dores. São João del Rei, Minas Gerais, 23/3/1919. Habilitação de Contra-Mestra e Alta Costura, conferido pela Academia de Corte Madame Bernard.Rio de Janeiro, 17/4/1929. Primeiro emprego na Associação de Crédito Hipotecário, o Banco Hipotecário Lar Brasileiro, na Rua do Ouvidor, 90 como datilógrafa, admitida em 18/7/1929.

Angelo Agostini
Pessoa · 08/04/1843 a 28/01/1910

Angelo Agostini (Vercelli, 8 de abril de 1843 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista ítalo-brasileiro que firmou carreira no Brasil e foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado. Sua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.
Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.
Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.
O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II.
Colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e A Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.
Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista em quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.

Angela Cardoso Guedes
Pessoa · 1958-

Angela Cardoso Guedes, nasceu dia 27/03/1958, na cidade do Rio de Janeiro, possui graduação em Jornalismo (1980), mestrado em Ciência da Informação (1991), doutorado em Ciência da Informação (2004), todos os títulos obtidos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Concluiu aperfeiçoamento em Intercâmbio, com estágio no Jornal St. Petersburg Press pela American Society of Newspapers Editor (1984, Estados Unidos). Nos últimos vinte anos vem atuando no Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e no Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), na elaboração de projetos culturais, organização de eventos, assessoria de imprensa, marketing, promoções, relações públicas, comissões, administração; atualmente é Técnico III do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro (MHN), como Assessora de Comunicação e da Direção. Em âmbito acadêmico, vem participando de bancas de Pós-Graduação, supervisão e orientação de projetos científicos da FAPERJ/MHN. Publicou vários artigos e trabalhos técnicos no âmbito da Museologia, mais especificamente nos temas Coleções, Política de Aquisição, Brinquedos como Bens Culturais, Fontes de Informação Museológica, Memória, Tutela e Preservação de Patrimônio.

Anamaria Rego de Almeida
Pessoa · 1945-2019

Arquivista, Historiadora e Museóloga, (1945 Rio de Janeiro - 2019 Rio de Janeiro), trabalhou de 1974 a 2010 na Reserva Técnica do MHN. Agraciada com as medalhas Barão de Taquari pela Sociedade de Educação e Integração de São Paulo, 1977; Comemorativa dos 75 Anos do MHN em 1997; e Henrique Sérgio Gregori, pela Associação dos Amigos do MHN em 2005. Faleceu em 31 de janeiro de 2019.

Ambrósio Leitão da Cunha
Pessoa · 1885 - 1887

Ambrósio Leitão da Cunha (1825 Santa Maria de Belém/PA-1898 RJ). Era filho do major do Exército Gaspar Leitão da Cunha, descendente da antiga Casa de Mazagão. Casou-se com D. Maria José da Gama Silva, filha do capitão de Mar e Guerra, José Joaquim da Silva, da linhagem dos Tavoras. Foi presidente das províncias do Pará de 24/05/1858 a 08/12/1858; da Paraíba, de 04/06/1859 a 13/04/1860; de Pernambuco, de 23/04/1860 a 1861, do Maranhão, de 13/06/1863 a 24/11/1863, de 03/10/1864 a 23/04/1865, de 04/09/1868 a 18/10/1868, e de 25/10/1868 a 04/04/1869; e de Bahia, de 25/11/1866 a 19/04/1867. Recusou a presidência do Rio Grande do Sul.Foi deputado Geral por sua província natal em 1861, 1864 e 1867, e foi nomeado senador Pela província do Amazonas em 1870. Foi titulado barão de Mamoré por decreto de 03/3/1883.

Alfredo Pereira
Pessoa · 24/12/1906 - [?]

Alfredo Pereira foi um cidadão comum luso-brasileiro. Nasceu em Arcos de Valdevez, Portugal, dia 24/12/1906. Filho de Antonio Pereira e de Casimira [Rosa?] de Brito.

Alfredo Norfini
Pessoa · 1867-1944

Alfredo Norfini (Florença, Itália 1867 - Rio de Janeiro RJ 1944). Desenhista, aquarelista, pintor e professor. Filho do pintor Luigi Norfini, cursa a Real Academia de Belas Artes de Lucca, Itália. Participa da Grande Exposição de Artistas Internacionais em Nice, França, em 1892. No ano seguinte, viaja para Buenos Aires, lá permanecendo até 1898, quando vem para o Brasil e fixa residência em Campinas, interior de São Paulo. Nesta cidade funda um curso de pintura com Angelo Bretoni e Agnelo Correia, e organiza a 1ª Exposição de Artes e Artes Aplicadas às Indústrias, em 1900. Mora um breve período, entre 1908 e 1911, no Rio de Janeiro, onde trabalha na revista Renasçenca. Neste mesmo ano, transfere-se para São Paulo, a convite de Ramos de Azevedo e é nomeado professor do Liceu de Artes e Ofícios, também colabora em jornais e revistas, inclusive a Antártica Ilustrada, da qual é fundador.

Alberto Brand
Pessoa · [? - ?]
Alber
Agostinho Ermelino de Leão
Pessoa · [1800?]

Bacharel, exerceu os cargos de Juiz de Fora e de Provedor da Fazenda dos Defuntos e Ausentes da Vila de Paranaguá (1825/?) e de Ouvidor de Itu (1832/?).

Afrânio Coutinho
Entidade coletiva · 1911-2000

O livro “Brasil e Brasileiros de Hoje” foi publicado em dois volumes no ano de 1961, pela Editora Sul Americana e organizado por Afrânio Coutinho (1911-2000), ensaísta e crítico literário da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ . Temos os dois volumes na Biblioteca do MHN.
Segundo Afrânio Coutinho, em artigo que publicou no Diário de Notícias em 11 de outubro de 1959, trata-se de uma enciclopédia de biografias de brasileiros do então, que nos seus diversos campos de atividades, estavam contribuindo para o engrandecimento do país, nos setores cultural, político, econômico, financeiro, no trabalho e no esporte, no teatro ou na ciência, na diplomacia ou na agricultura, na vida religiosa e na educação, no comércio e na indústria, etc. O intuito da publicação foi oferecer um retrato ou espelho da sociedade em finais da década de 1950, quando o Brasil voltava seu olhar para o interior com a construção da nova capital e da rodovia Belém Brasília. Nas palavras de Coutinho “contrariando a tendência habitual de reduzir a vida brasileira à capital [Rio de Janeiro], a orientação deste livro é levar em consideração o Brasil inteiro, pois não é possível desprezar o labor igualmente intenso e profícuo dos que vivem em todas as demais regiões do Brasil”.
O recorte com o artigo acima citado encontra-se na Hemeroteca Gustavo Barroso, pasta 58 2º semestre de 1959, documento 10/123. http://docvirt.com/docreader.net/docreader.aspx?bib=MHN&pasta=&pesq=&pagfis=55228