Attentado contra o Dr. Prudente de Moraes, Presidente da República, e assassinato do Ministro da Guerra, no dia 05 de novembro de 1897, no Arsenal de Guerra: Ao heróico Marechal C. Machado Bittencourt, morto em defeza do Presidente da República, quando procurou subjugar o assassino.
Resumo: cena do atentado que ocorreu quando o Presidente, que fora a bordo do paquete Espírito Santo, levar as boas vindas ao Gal. João da Silva Barbosa, que regressava vitorioso de Canudos, ao desembarcar no pontilhão fronteiro ao Arsenal de Guerra, foi atacado por Marcelino Bispo de Melo. Ao defender o presid. o Mal. Carlos Machado Bittencourt foi mortalmente apunhalado pelo assassino. No centro da composição, num medalhão, o retrato do Min. da Guerra. Acima, a cena da ocorrência: Cel. Mendes de Morais (Chefe da Casa Militar da Presid.), Ten. Cunha Morais, Cel. João Neiva (Diretor do Arsenal), Cel. Tomé Cordeiro, div. Oficiais, o Presid. da Rep. e o Mal. Bittencourt segurando o assassino que está armado de um punhal após ter falhado o tiro de garrucha que desferira. Num medalhão, à esq., o retrato do Cel. M. de Moraes. Embaixo, Marcelino B. de M. A seguir, um aspecto da ovação pop. ao Presid., à saída do Cemit. S. J. Batista, onde fora sepultado o Ministro da Guerra.
Em: publicado no suplemento do jornal “Don Quixote”, ano 3, nº 88.
Tipo popular do Rio de Janeiro, em fins do séc. XIX; retrato caricatural. Era músico da Capela Imperial.
Publicada no livro Festas e Tradições Populares do Brazil de Mello Moraes Filho. Rio de Janeiro e Paris: H. Garnier – Livreiro e Editor, 1901.
Busto
busto
aos 03 anos de idade, vestido de menina; figura de pé, com as mãos apoiadas numa cadeira.
vistas do Pavilhão Argentino. Interiores de stands de exposição.
Lago Nahuel Huapi
Vistas do Pavilhão Argentino. Interiores de stands de exposição
Vistas do Pavilhão Argentino. Interiores de stands de exposição. Observa-se desenhos científicos, flora, arqueologia.
Vistas do Pavilhão Argentino. Interiores de stands de exposição. Buenos Aires, móveis
Vistas do Pavilhão Argentino. Interiores de stands de exposição. Maquete mapa argentino, panoramas.
Vistas do Pavilhão Argentino. Interiores de stands de exposição. Indústria vinícula, vinhos, queijos
Vistas do Pavilhão Argentino. Interiores de stands de exposição. Couros
Vistas do Pavilhão Argentino. Interiores de stands de exposição. Indústria de móveis
Vistas do Pavilhão Argentino. Interiores de stands de exposição. Luminárias
Vê-se os morros da Urca e Babilônia, a Porta Monumental da Exposição, o pavilhão dos Estados, o pavilhão do Distrito Federal, o pavilhão de Minas Gerais, o pavilhão de São Paulo. Vê-se também o público chegando à exposição e a ponte de acesso.
Vê-se o morro da Urca e o píer e o canteiro de obras para a construção dos pavilhões da exposição.
Observa-se muitas pessoas na entrada do Pavilhão.
Vê-se no canto superior direito a propaganda "Esta cobertura é de Ruberoid" em um pavilhão não identificado.
Pavilhão em estilo manuelino. Vê-se o Morro da Urca ao fundo.
Luz elétrica
Porta Monumental à noite. Luz elétrica.
Observa-se grande número de visitantes e também carro dos bombeiros.
Luz elétrica.
Luz elétrica.
Miguel Calmon (terceiro sentado da direita para a esquerda) e Afonso Pena (quarto sentado da direita para a esquerda) e outras autoridades.
Chateau D´eau
Pavilhão da Bahia em primeiro plano
Parque da Quinta da Boa Vista. Vê-se um remador em lago, e ao fundo, o palácio e o Maciço Carioca.
Palmeiras em primeiro plano.
Prédio entre a rua da Misericórdia e a Praça XV, ao lado do Museu Histórico Nacional - MHN. Demolido na década de 1970.